<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"><channel><description>Por Eduardo Fernandes.</description><title>eduf labs</title><generator>Tumblr (3.0; @eduf)</generator><link>http://www.eduflabs.com/</link><item><title>Adeus, Produtividade Pessoal</title><description>&lt;p&gt;Errr. Não é muito profissional fazê-lo, mas espero que vocês entendam. Vou encerrar este blog.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já? Sim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu poderia fazer pose, mas vamos aos reais motivos: quando comecei o PP, estava no meio de uma crise tecnológica com um dos meus principais parceiros de trabalho. Então fiquei ansioso e quis criar uma alternativa. Acabei me enrolando mais do que previa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Depois surgiram algumas propostas de trabalho irrecusáveis, além de tarefas urgentes no templo. Então o PP foi ficando em segundo plano. Além disso, alguns e-mails de leitores me convenceram de que o Magaiver ainda é o melhor espaço para tratar dos assuntos de produtividade pessoal. Então resolvi organizar e simplificar minha presença na web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando meus “ventos” ficam agitados, tenho ímpetos de lançar centenas de projetos. Esqueço que será preciso mantê-los e agendá-los no cotidiano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda sobra tempo para uma última dica: aprenda a reconhecer padrões de ansiedade e relaxar no meio deles. Às vezes, podem se manifestar como hiperatividade, insegurança ou megalomania (achar que você deve dar conta de milhares de trabalhos ao mesmo tempo).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vejo vocês no Magaiver, que acabou de fazer um ano de vida. Se o pessoal do iG conseguir migrá-lo para o Wordpress ainda em agosto, vai haver comemoração. E você nem vai sentir falta do Produtividade Pessoal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aquele abraço.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS - O PP fica no ar até o fim de agosto. Depois o conteúdo será republicado no Magaiver.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/46689345</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/46689345</guid><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 10:26:33 -0300</pubDate></item><item><title>Podcast no IDG Now</title><description>Dias atrás, conversei com o pessoal do podcast do IDG Now. O resultado está aqui.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/45991897</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/45991897</guid><pubDate>Thu, 14 Aug 2008 18:07:01 -0300</pubDate></item><item><title>Testando o Tumblr v.4</title><description>O pessoal do Tumblr preparou uma reforma visual no aplicativo. É possível testá-lo &lt;a target="_blank" title="Novo Tumblr" href="http://www.tumblr-beta.com"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Por enquanto, como diria o Leo Jaime, nada mudou. Só a interface do programa é que ganhou umas cores a mais.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/45820485</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/45820485</guid><pubDate>Wed, 13 Aug 2008 12:26:00 -0300</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://media.tumblr.com/7sE00JMDNcheyx02zdGXMPDo_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/45429923</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/45429923</guid><pubDate>Sun, 10 Aug 2008 13:27:35 -0300</pubDate></item><item><title>Procrastinação 4: escritório (e jaula) na praia</title><description>&lt;p&gt;Fora do mundo das letras e das técnicas de controle, como firewalls e cartões de ponto, vários tipos de saídas “alternativas” vêm sendo testadas para combater a procrastinação. E aqui novamente podemos traçar uma linha com dois extremos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De um lado os escritórios maternais como os do Google, nos quais há videogames, massagem, sala de jogos e um dia da semana livre para desenvolver projetos pessoais - tudo para que você fique feliz e produtivo dentro do espaço de trabalho. De outro, as empresas paternais, que deixam seus funcionários trabalharem em casa ou em qualquer outro lugar, com horários flexíveis. Nesse caso, a filosofia é: seja responsável por si mesmo, saia de casa, use o seu tempo como preferir. Mas não gaste os recursos da empresa para procrastinar.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44989291</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44989291</guid><pubDate>Wed, 06 Aug 2008 18:56:17 -0300</pubDate></item><item><title>Procrastinação 3: contra os workaholics</title><description>&lt;p&gt;[caption id=”attachment_113” align=”alignnone” width=”430” caption=”Douglas Adams, do Guia do Michileiro das Galáxias: um dos maiores procrastinadores da literatura.”][/caption]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desde os anos 80, uma outra indústria explora o nicho da procrastinação: a da auto-ajuda. Um dos livros mais importantes nessa área chama-se The Now Habit (O Hábito do Agora, que as editoras brasileiras estão procrastinando para lançar em português). Nele, o pesquisador Neil Fiore propõe uma visão mais “positiva” para o problema.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44987418</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44987418</guid><pubDate>Wed, 06 Aug 2008 18:35:57 -0300</pubDate></item><item><title>[Procrastinação 2] Preguiça ou hiperatividade?</title><description>Segundo estudos desenvolvidos por psicólogos e neurologistas desde os anos 80, a procrastinação é bem diferente da preguiça. Imagine uma linha com dois extremos de produtividade. De um lado o acomodado personagem de Mário de Andrade, Macunaíma, e de outro o hiperativo Leonardo Da Vinci. Seria bem mais fácil encontrar procrastinadores no lado do renascentista. Aliás, ele próprio tinha um considerável portfólio de projetos deixados para depois e é reconhecido como um dos grandes enroladores da história.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44855768</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44855768</guid><pubDate>Tue, 05 Aug 2008 19:06:11 -0300</pubDate></item><item><title>[Procrastinação] Hoje só amanhã</title><description>&lt;p&gt;A partir de hoje vamos começar uma série de posts sobre a procrastinação. Vamos saber como ela se tornou ao mesmo tempo um problema de saúde pública e um negócio que movimenta milhões de dólares.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que pode haver em comum entre Marco Antônio enchendo a cara no Império Romano, dois monges budistas tagarelando e um analista de sistemas fuçando no YouTube durante o expediente? Todos estão enrolando, em vez de fazer o que deve ser feito. Afinal, se dizem que a prostituição é a profissão mais antiga da humanidade, a procrastinação é, provavelmente, uma das técnicas mais ancestrais de evitar o trabalho.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44854729</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44854729</guid><pubDate>Tue, 05 Aug 2008 18:56:12 -0300</pubDate></item><item><title>Neuromarketing: como enganar o cérebro e fazer as piores compras</title><description>Durante muitos anos alguns economistas acreditaram que fazer negócios é um processo até certo ponto racional. Ao longo dos anos, a economia de mercado mostrou que não é bem assim. Pelo menos é o que acha Dan Ariely, autor de Previsivelmente Irracional. Boa parte das nossas compras são movidas por lógicas meio tortas, o que ele demonstra no livro, por meio de testes de campo bastantes interessantes, como o seguinte.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44705934</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44705934</guid><pubDate>Mon, 04 Aug 2008 16:46:03 -0300</pubDate></item><item><title>Coringa e os astronautas da produtividade</title><description>&lt;p&gt;[caption id=”attachment_77” align=”alignnone” width=”450” caption=”Tu és a maior esquemeira.”][/caption]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu adoro a série de posts de Joel Spolsky sobre os astronautas da arquitetura (no caso, de software, não de prédios). Sempre me lembram que também há os astronautas da produtividade, aqueles que tentam ser espertos com tamanho afinco que acabam não fazendo nada de prático.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pensar demais sobre produtividade pode ser uma das coisas mais improdutivas que alguém pode fazer. Lutar, buscar a melhor técnica, o aparelho mais eficiente, o método mais rápido, tudo isso às vezes pode gerar mais tensão, procrastinação e confusão.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ah, então melhor não ter sistema, certo? Não é bem assim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você assistiu ao Batman Cavaleiro das Trevas, deve se lembrar de um discurso do Coringa para o promotor Harvey Dent. O vilão faz uma espécie de apologia do caos: “Vocês são os planejadores, cheios de esquemas. Eu sou o caos, só reajo ao que aparece”. Sei. Basta ver o assalto do começo do filme para perceber o quanto seus movimentos são friamente calculados. Inclusive é isso que permite que ele seja derrotado sempre.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44589255</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44589255</guid><pubDate>Sun, 03 Aug 2008 19:26:04 -0300</pubDate></item><item><title>Produtividade pessoal tem a ver com desordem bipolar? </title><description>&lt;p&gt;[caption id=”attachment_71” align=”alignnone” width=”500” caption=”Você se irrita com pessoas ou situações lentas?”][/caption]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você fica facilmente frustrado com pessoas que não têm prazos a cumprir? Ou que vivem num perpétuo sentimento de frustração por não terem concluído suas tarefas? Pior, gente que inadvertidamente atrapalha sua produtividade? Aparentemente, pessoas “normais” não sentem que precisam usar cada segundo do seu tempo acordado. Nem que, durante esse período, tenham de sentir-se produtivas, seja dedicando-se ao trabalho ou a assuntos de produtividade pessoal. Essas pessoas não consideram a constante corrida contra o tempo que nós, que estamos aprendendo a lidar com a desordem bipolar, estamos incessantemente engajados.&lt;br/&gt;
O trecho acima é do blog Convivendo com a Desordem Bipolar, do site Health Talk, especializado em compartilhar informações sobre saúde mental. A blogueira Haley Morrison conta como fica irritada quando delega tarefas e, em vez de facilitar sua vida, ganha mais problemas: gente perguntando constantemente o que fazer.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44078746</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44078746</guid><pubDate>Wed, 30 Jul 2008 11:36:12 -0300</pubDate></item><item><title>Yahoo Zimbra: já podemos abandonar o Outlook?</title><description>&lt;object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1432617&amp;server=vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF"&gt;&lt;param name="quality" value="best" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="scale" value="showAll" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1432617&amp;server=vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF" /&gt;&lt;embed src="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1432617&amp;server=www.vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.vimeo.com/1432617"&gt;Yahoo Zimbra: já podemos abandonar o Outlook?&lt;/a&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/44010253</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/44010253</guid><pubDate>Tue, 29 Jul 2008 22:06:28 -0300</pubDate></item><item><title>Seth Godin: comunidades poderosas são fechadas para poucos</title><description>&lt;p&gt;[caption id=”attachment_66” align=”alignnone” width=”500” caption=”Seth Godin, autor de livros como A Vaca Roxa, Marketing: Idéia Vírus, entre outros.”][/caption]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais uma do guru do marketing Seth Godin. Ele criou uma comunidade chamada Tribe. Desenvolvida no Ning - aplicativo gratuito on-line que permite fazer e hospedar seu próprio site estilo Orkut -, a rede vai tentar reunir profissionais dedicados a debater e repensar a publicidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas preste atenção num detalhe: para fazer parte da brincadeira, você precisa se comprometer a comprar o próximo livro do autor, que deve tratar exatamente de comunidades. Seth teria criado uma espécie de adiantamento social de direitos autorais? Segundo ele explica em seu blog, não é nada disso:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma das idéias de que venho tratando no livro (que deve ser lançado em Outubro) é a de que as tribos poderosas não são abertas para qualquer um. A exclusividade faz com que funcionem. (…) A idéia não é vender mais livros, é claro, mas criar um pequeno obstáculo para ter apenas as pessoas certas na porta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obstáculo inteligente. Se funcionar, ainda vai creditar alguns dólares na conta do autor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais sobre a Tribo de Seth Godin aqui.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mais livros de Seth Godin.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/43934016</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/43934016</guid><pubDate>Tue, 29 Jul 2008 10:36:15 -0300</pubDate></item><item><title>Como definir quais são minhas prioridades?</title><description>&lt;p&gt;[caption id=”attachment_57” align=”alignright” width=”212” caption=”Vilfredo Pareto. 20% de rosto, 80% de barba.”][/caption]Atualmente, é cada vez mais difícil conseguir definir prioridades. Tendemos a lotar nossas caixas postais de e-mails desnecessários, assinar mais feeds do que podemos ler e gastar dinheiro com serviços que não usamos. O resultado é que nossas vidas às vezes se tornam “obesas”, cheias de rituais que consomem tempo e energia, criando uma sensação de sobrecarga e tédio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nessas horas, há quem recomende aplicar a velha Lei de Pareto. Atribui-se ao economista italiano a constatação de que 80% dos resultados das nossas ações viriam de 20% das causas. Isso se aplicaria a muitos fenômenos. Por exemplo: 80% da sua renda viria de apenas 20% dos seus clientes. E por aí vai. A idéia, então, é detectar quais são as coisas que realmente importam e cortar os excessos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas isso não é assim tão simples. Olhe para sua rotina de trabalho. Você consegue identificar rapidamente quais são os 20% que fazem a diferença? Provavelmente não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em termos simples, você pode definir prioridade se baseando em contextos: prazos, energia disponível para realizar as tarefas e recursos disponíveis. Exemplo: digamos que você precise fazer uma viagem internacional, mas só tem um jegue: a prioridade é fazer o possível até chegar a um aeroporto. Você não vai poder transportar um sofá de couro francês em cima do animal, certo? Então, já sabe o que descartar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas há um outro nível que não é tão prático e claro: o dos objetivos a longo prazo.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/43300705</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/43300705</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 16:06:24 -0300</pubDate></item><item><title>A morte lenta do Orkut e os problemas de comunicação</title><description>&lt;p&gt;O jornalista Alexandre Matias, do Link (O Estado de São Paulo), publicou no seu tradicional blog, Trabalho Sujo, uma interessante reflexão sobre o Orkut e as redes sociais:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(…) O Orkut pode ser importante pra muita gente hoje em dia, mas não mais para mim. Entro duas ou três vezes por semana, basicamente para apagar spams de festas, lojas de informática e pornografia. Virou um navio fantasma, uma avenida engarrafada, um infomercial de seis horas durante a madruga.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Rede social é uma metáfora que não necessariamente tem a ver com a internet. Graças à rede ela ganhou notoriedade como termo, mas, se você prestar atenção, rede social é a rede de relacionamentos que você cria durante a vida. A internet tem um papel crítico ao tornar estas redes mais intensas e firmes, principalmente quando falamos de relacionamentos - profissionais ou pessoais - que extrapolam barreiras geográficas. Mas estes clusters de gente não são necessariamente restritos a alguns sites que se vendem como isso. O MSN é uma rede social (independente da Live, a rede social de facto da Microsoft), a sua lista de contatos no celular é outra, a do Skype mais uma e o fumódromo, o cafezinho, a rádio corredor ou a lanchonete de qualquer empresa também são. Se vamos deixar automatizar estas redes, ossificando relações que funcionam muito mais ao vivo do que online, e se a onda de aceitação das comunidades virtuais - todas têm um auge seguido de uma lenta e vagarosa decadência - é só uma resposta que damos a isso, são questões ainda abertas. Estamos tateando em um novo território - mas pode ser que em menos de dez anos já saibamos essas respostas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O trecho do Matias me fez pensar no seguinte: durante a história, sempre reinventamos as tecnologias de aproximar gente, do espaço do café até o celular. Mas também criamos novos jeitos de excluir pessoas e idéias do convívio físico e dos sistemas. Isso é um movimento interdependente. Conectar, de alguma forma, significa também segregar, selecionar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema - ou vantagem, depende do ponto de vista - é que alguém sempre escapa dos nossos filtros. Assim, o spam é um forma caricatural de ruído da comunicação. É gerado por máquinas, automático e, até certo ponto, um tanto quanto inofensivo. Causa incômodo, distúrbio, falta de foco, perda de tempo, desvio no sistema. Mas não mortes e guerras, coisa que muita falha de comunicação e diferenças de ideologias ainda causam.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As redes sociais se transformarão em um novo tipo de spam? Para algumas pessoas isso já aconteceu. De qualquer forma, o spam, e as sujeiras no Orkut, nos revelam o bug da linguagem: a sua tendência a criar entropia, confusão. Ou seja: ela vive sempre à beira de criar sua própria autodestruição. Quanto mais aumentamos nossa capacidade de nos comunicar, mais inventamos obstáculos à interação entre pessoas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É um processo natural. Esse é um dos motivos pelos quais a publicidade vem estudando novos meios de nos fazer prestar atenção em anúncios. Tentam conseguir transformar ruído em informação, o que está cada vez mais difícil, já que estamos muito armados, escaldados de tantos conceitos e idéias, divulgados em ritmo acelerado. Quando os publicitários descobrirem algo que funcione, já estarão, de alguma forma, criando o vírus que vai destruí-lo depois de algum tempo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por isso, a atenção vem se tornando um produto cada vez mais caro. Eu não me espantaria se um dia as próprias pessoas comuns passassem a cobrar por ela, em vez de delegarem esse papel aos meios de comunicação. “Quer pagar para que eu veja seu comercial? Não fale com a Globo, converse comigo diretamente, é mais barato e garantido”. Será?&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/43157058</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/43157058</guid><pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:15:15 -0300</pubDate></item><item><title>1, 2, 1, 2... é só um teste</title><description>Não se espantem se as coisas mudarem aqui repentinamente. Enquanto a audiência ainda é baixa - e fiel - estou experimentando formatos e possibilidades para este blog. Fiquem à vontade para opinar.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/42816550</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/42816550</guid><pubDate>Sat, 19 Jul 2008 09:45:51 -0300</pubDate></item><item><title>via media.tumblr.com</title><description>&lt;img src="http://media.tumblr.com/7sE00JMDNbj9oqdg2QBJgVtp_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;via &lt;a href="http://media.tumblr.com/qPtkEbOAsbhitubgrbOu10Tk_500.jpg"&gt;media.tumblr.com&lt;/a&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/42615153</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/42615153</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2008 15:49:59 -0300</pubDate></item><item><title>contorcionismo</title><description>&lt;img src="http://media.tumblr.com/7sE00JMDNbj71drvxE6mBM0u_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;contorcionismo</description><link>http://www.eduflabs.com/post/42608031</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/42608031</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2008 14:35:58 -0300</pubDate></item><item><title>Space Invaders
Eles estão onde você menos espera.</title><description>&lt;img src="http://media.tumblr.com/7sE00JMDNbj6ugcyVUQ0uSAN_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Space Invaders&lt;br/&gt;
Eles estão onde você menos espera.</description><link>http://www.eduflabs.com/post/42607422</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/42607422</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2008 14:30:22 -0300</pubDate></item><item><title>17 dicas para gerenciar sua equipe evitando a negatividade</title><description>&lt;p&gt;A negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1. Vá direto ao ponto: satisfaça seu cliente, não somente seu ego. Vai tomar menos seu tempo. E você é muito mais que seu trabalho. Não se identifique tanto com ele a ponto de tomar toda concessão como um ataque pessoal.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2. Não tenha medo das mudanças durante os processos. Planeje-se para ser flexível.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3. Dependendo da natureza do seu trabalho, entregue partes funcionais dele regularmente. Assim você vai poder corrigir os erros no início do processo, antes de ele ter se tornado complexo demais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4. Aproxime-se de colegas que trabalham em outras áreas. Exemplo: se você é designer para internet, é útil saber como pensam os programadores e o que eles esperam de você.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;5. Dê suporte para sua equipe. Isso nem sempre quer dizer comprar computadores e aumentar salários. Às vezes, simplesmente estar presente e ouvi-los já é o suficiente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;6. Vai levar mais de 2 e-mails para resolver um assunto? Use o telefone.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;7. Evite horas extras e longas jornadas de trabalho. O descanso faz parte da produtividade. Pressão geralmente só leva a ter que refazer as tarefas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;8. Simplifique tudo o que puder.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;9. Melhore o visual, cuide dos detalhes. Crie uma experiência divertida e interessante de ser integrante da sua equipe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;10. Agende cursos e horários para reciclagem técnica. Não como eventos paralelos e ocasionais, mas como parte do trabalho. Novas habilidades podem significar muita economia de tempo e recursos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;11. Combata a reclamação inútil. Em si mesmo e nos outros - gentilmente cortando fofocas ou implicâncias menores. Elas podem destruir ambientes de trabalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;12. Valorize o esforço, mas combata o exibicionismo. As tentativas de “mostrar-se eficiente”, de querer “aparecer” demais, geralmente levam à falsidade e à competitividade suja. Isso desmotiva os colegas, cria um ambiente de desconfiança e tem um custo alto para sua empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;13. Sempre que possível, deixe as equipes se auto-organizarem. Valorize os resultados que indiquem que elas conseguiram pensar por si mesmas e assumir responsabilidades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;14. Agende reuniões de avaliação frequentes. Não espaço para choradeiras e exibicionismo. Mas encontros curtos, no qual todos respondem perguntas como “o que você está fazendo? o que queria parar de fazer? Por quê? O que gostaria de começar a fazer a partir de agora? O que gostaria de continuar a fazer?”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;15. Crie espaços para que seus funcionários trabalhem em projetos pessoais que agreguem valor para a empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;16. Ajude a criar um ambiente de colaboração, publicando tutoriais na internet, oferecendo serviços públicos etc. Ou pelo menos campanhas de melhor uso dos recursos ambientais. Não seja um empresário leecher (sanguessuga).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;17. Não espere que as pessoas sejam lineares. Por vezes, acordamos em crise. E não temos a mínima idéia do motivo. Nem sempre há uma explicação racional. E nem sempre precisamos de uma. Acontece com todos nós. O melhor jeito de lidar com isso é desenvolver paciência, sinceridade, comunicação clara e um certo senso de comunidade. Amanhã pode ser o seu dia ruim.&lt;/p&gt;</description><link>http://www.eduflabs.com/post/42461623</link><guid>http://www.eduflabs.com/post/42461623</guid><pubDate>Wed, 16 Jul 2008 11:25:58 -0300</pubDate></item></channel></rss>
